Love agarra titularidade e mostra incerteza de Carille no Corinthians

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O atacante Vagner Love chegou no Corinthians há 15 dias, entrosou-se rapidamente com o elenco e ruma para, diante do Racing-ARG, nesta quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), na Arena, fazer seu terceiro jogo consecutivo como titular do Alvinegro. Ao mesmo tempo que mostra a qualidade e confiança do técnico Fábio Carille no seu futebol, a ascensão rápida do atleta mostra quão incerto está o treinador a respeito da melhor escalação possível.

A utilização de Love foi tão surpreendentemente rápida que, caso se confirme a escalação projetada por Fábio Carille, ele vai superar o número de jogos como titular do argentino Mauro Boselli, visto como principal contratação para o setor ofensivo no final do ano passado, que tem apenas duas partidas disputadas desde o apito inicial (Red Bull e Novorizontino).

Love, desse modo, simboliza a busca do comandante por um time ideal, ainda bastante ativa. “Preciso definir o quanto antes a forma de trabalho para a gente seguir com ela”, disse o comandante após o empate com o Ferroviário, na semana passada, reproduzindo um mantra que o acompanha neste início de 2019.

O dinamismo visto com o camisa 9 é tamanho que tem apenas um precedente na trajetória de Carille como comandante alvinegro: o lateral esquerdo Sidcley, que foi apresentado no dia 5 de março do ano passado, uma segunda-feira, e já iniciou como titular na partida contra o Mirassol, dois dias depois, na Arena.

Naquela ocasião, decepcionado com o futebol apresentado por Guilherme Romão e Juninho Capixaba no setor, Carille improvisou Maycon por alguns jogos. O treinador, porém, perdeu Renê Júnior lesionado e precisou realocar o canhoto, abrindo espaço para Sidcley jogar diversos jogos seguidos.

Confiante que Love, assim como o hoje lateral do Dínamo de Kiev, pode dar uma resposta rápida, Carille o mantém ao lado de Gustagol no ataque, em formação semelhante às usadas contra Palmeiras e Ferroviário. Uma vitória diante do líder do Campeonato Argentino, por sinal, seria o reforço psicológico tão desejado pelo comandante para a construção de uma ideia de jogo.

 

 

 

 

 

 

 

Tomás Rosolino – São Paulo , SP

FONTE – GAZETA ESPORTIVA

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